segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Teologia liberal: cachorro morto ou leão adormecido?

Há alguns meses, enquanto entregava alguns convites para que certos pastores da cidade em que resido participassem de um seminário de teologia, um deles disse de forma sarcástica o seguinte: “Precisamos realmente de um curso de teologia por aqui, pois o liberalismo teológico é uma grande ameaça nos nossos dias”. Acenei a cabeça com um gesto positivo, mas devo admitir que pensávamos em liberalismos diferentes. Enquanto aquele jovem pastor se referia a costumes e trajes de vestimentas, eu refletia sobre a teologia liberal.
Muitos pensam que tal teologia não fornece nenhum perigo nos dias de hoje e adotam um comportamento ufanista em relação a ela. Outros, mais desavisados, agem indiferentes a seus meandros corrompidos, não dando a mínima para suas confusões. E há aqueles que sabem de seus problemas e que não desejam ficar de braços cruzados vendo o circo pegando fogo; Querem fazer algo para minimizar os estragos.
Mas, afinal, depois de sabermos da existência dessa malévola corrente teológica, vêm à mente algumas perguntas: o que é essa teologia? De onde vem? O que ensina? Quais são seus riscos e perigos? Como devemos agir? Pretendemos, nesse artigo, comentar de forma panorâmica, embora não superficial, sobre os desvios dessa pseudo-teologia, respondendo às perguntas enumeradas na problematização e viabilizando contramedidas práticas.

De onde vem a teologia liberal?
Alguns estudiosos pontuam o início da teologia liberal no final do século XVIII, quando o alemão Friedrich Scheleiermarcher passou a negar a autoridade, bem como a historicidade dos milagres de Jesus. Além de questionar tais aspectos, passou a defender uma posição soteriológica um tanto distante da ortodoxia cristã: bastava a pessoa “sentir” comunhão com Deus e estaria salva, mesmo não crendo nos Evangelhos. Doravante, Cristo era, oficialmente, um mero exemplo de ser humano para os discípulos e simpatizantes da veia liberal e não mais o Redentor da humanidade.
É verdade que tal pensamento inauguraria o que se conhece atualmente por “teologia liberal”, mas não é exatamente no final do século XVIII que ela se origina. Podemos retornar quase dois séculos à Europa racionalista, representada principalmente pela pessoa de René Descartes. É nessa fase que o liberalismo teria seu start up. O racionalismo dava ênfase principalmente a dois pontos: 1) liberdade e dignidade, e 2) investigação científica.
A obra de Emanuel Kant, Crítica da Razão Pura, apresentou argumentos com a finalidade de desconstruir bases racionais de doutrinas centrais do cristianismo. Ele chegou a convencer muita gente de que os argumentos ontológico, cosmológico e teleológico em favor da existência de Deus não eram válidos. Tais idéias levaram muitos teólogos a repensar suas idéias. Schleiermacher foi um desses teólogos que “rejeitaram a teologia natural especulativa, procurando alicerçar as crenças cristãs sobre a consciência universal e subjetiva que o homem tem de Deus.”[1]
Além de Descartes, podemos citar como integrantes do estágio inicial do liberalismo, homens como Baruch Spinoza (judeu holandês), Gottfried Wilhelm Leibniz e Gotthold Ephraim Lessing (alemães), John Locke (inglês), os escritores e filósofos ingleses conhecidos como Platonistas de Cambridge e também os deístas. Alguns anos mais a frente, numa etapa que a sociologia denomina como modernismo, é que surgem os primeiros liberais, representados pelo já citado Schleiermacher, Albret Ritschl, H.E.G. Paulus, D.F. Strauss, Adolf Von Harnack e Ernst Troeschl.
O Rev. Augustus Nicodemus explica um pouco sobre a origem do liberalismo:

Após a Reforma, durante os séculos dezessete e dezoito, a Igreja protestante foi largamente influenciada por idéias originadas do Iluminismo. O racionalismo desejava submeter todas as coisas ao crivo da análise racional. Lentamente a razão humana começou a triunfar sobre a fé. O filósofo L. Feuerbach tentou transformar a teologia em antropologia, dizendo que tudo que se diz sobre Deus, na verdade, é dito sobre o homem. Ele influenciou grandemente K. Marx, S. Freud, R. Bultmann e F. Schleiermacher. Esse último desvinculou a fé cristã da história e da teologia, reduzindo a experiência religiosa ao sentimento de dependência de Deus. Somente depois ficaria evidente que era impossível construir uma teologia em cima de um terreno tão subjetivo, mas na época, e por mais de um século, Schleiermacher foi seguido por muitos e sua influência continua até hoje.[2]

Além desses personagens, um evento histórico mudou a cosmovisão desses homens que “pensavam fora da caixa.” Trata-se da Alta Crítica, um método que parte do pressuposto de que a Bíblia não é inerrante, negando a inspiração divina de seus livros e tratando-a como meros registros humanos falíveis e contraditórios da fé de Israel e dos primeiros cristãos.
A Alta Crítica, também chamada hoje de Crítica Textual, passou a defender que a Bíblia contém erros e que foi escrita muito tempo depois de sua composição, alegando que havia acréscimos e interpolações posteriores. Embora ouvimos que isso não diminui a autoridade das Escrituras, tal afirmação é completamente inconsistente, pois tais erros e modificações deixariam a Bíblia sem nenhuma confiabilidade.
Crer numa Bíblia errante desestabiliza e ridiculariza a fé cristã, pois rebaixa a Bíblia a um livro comum, comparável aos demais escritos religiosos, bem como anula ou reduz a doutrina da inspiração, além de jogar por terra sua confiabilidade. Que garantia teríamos de que Jesus viveu sem pecado? Ou que Ele ressuscitou? Que Ele é o único caminho? Qual é o sentido de viver em santidade? Por isso, concordo com Horton quando comenta que, “abrir mão da doutrina da inerrância é o primei­ro passo para se abrir mão da autoridade da Bíblia.”[3]
O teólogo liberal alemão J. Solomon Semler, seguindo a idéia não inerrantista da Bíblia, propôs uma distinção entre Palavra de Deus e Escrituras. É daí que surgiu a famosa frase: “A Bíblia não é a Palavra de Deus, mas contém a Palavra de Deus”. Tal frase mais uma vez nega a autoridade das Escrituras, bem como a inspiração e a inerrância e cria um problema ainda maior do que os liberais criaram, pois se a Bíblia é parcialmente inspirada, como definir qual parte é e qual não é? Qual é o critério ou parâmetro para tal definição?
Quem teria autoridade para determinar o que é inspirado e o que não é? Isso incorre num relativismo perigoso e descompensado. O que é pecado na Bíblia, pode não mais ser pecado numa interpretação liberal. Na ânsia de separar o que seria inspirado do que não seria, os liberais adotam o método histórico-crítico,[4] como se estivessem fazendo uma exegese “científica,” a fim de descobrir a Palavra de Deus dentro do cânon da Bíblia.

O que é e quais são suas principais ameaças?
O termo “liberal” aparece em outros ramos além da teologia, a saber, na política e na sociologia. De uma forma simplista, a expressão “liberal” reivindica para si a ideia de que alguém tem a mente mais aberta para algo do que a maioria possui; Outros entendem que ser “liberal” é ser liberto da coerção e de controles externos de determinada cosmologia.
Mas, para fins teológicos, a definição mais precisa de liberalismo, é: um sistema que tem “comprometimento com uma série de proposições religiosas que deram origem, na realidade, a uma nova religião, que reteve traços da terminologia ortodoxa tradicional, mas que redefiniu radicalmente esses termos, dando a eles um significado especial”.[5]
A redefinição desses termos pode ser verificada na visão que eles têm da Bíblia. Esta deixa de ser uma Obra inspirada pelo próprio Deus (isenta de erros) e passa a ser considerado um mero documento humano, à semelhança de outros livros antigos, tais como os Vedas, o Alcorão e o Mahabharata. Além de rebaixar a autoridade das Escrituras e isolar um dos princípios da Reforma, o sola scriptura, a teologia liberal nega abertamente os milagres narrados na Bíblia, bem como o nascimento virginal de Cristo e sua ressurreição. O pecado se torna algo socialista e deve ser vencido pela boa vontade e/ou pela pré-disposição do homem em fazer o bem.
A negação ou deturpação de tais doutrinas, essenciais do cristianismo, diga-se de passagem, são as maiores ameaças para o cristianismo atual. Muitos seminários e faculdades estão simplesmente ignorando a posição teológica de alguns professores e contratando liberais para lecionarem em suas instituições. Além de a teologia abordada nessas instituições não ser bíblica, elas não estão preocupadas em preparar os vocacionados, atuam com relativização do pecado e das doutrinas rudimentares da fé cristã, reconhecem todas as religiões como válidas e propagam pensamentos liberais e neo-ortodoxos. Tais conceitos também são vistos nas classes dos cursos de Ciências da religião.
Outro ponto problemático da teologia liberal é a visão pragmática acerca da missão da Igreja, reinterpretando-a como engajamento social a despeito da proclamação do Evangelho para a salvação de almas. A ideia é transferir a práxis missionária para obras de caridade e de responsabilidade social. Troca-se salvação por compaixão.
Nicodemus enumera algumas das principais idéias do liberalismo:[6]
1.      O sobrenatural não invade a história. Milagres não acontecem como fatos no tempo e no espaço, mas são explicações ou projeções das pessoas na tentativa de descrever suas experiências ou entender Deus.
2.      A história se desenrola numa relação natural de causas e efeitos.
3.      Milagres como o nascimento virginal de Cristo, os milagres que o próprio Cristo realizou, sua ressurreição física dentre os mortos, os milagres do Antigo e Novo Testamentos nunca aconteceram na história. No máximo, na heilsgeschichte(história santa, ou história salvífica), diferente do mundo da história bruta, real, factível.
4.      Temas como criação, Adão, queda, milagres, ressurreição, entre outros, pertencem à história salvífica e não à história real e bruta. Adão e Eva não foram pessoas reais.
5.      Não interessa o que realmente aconteceu no túmulo de Jesus no primeiro dia da semana, mas, sim, a declaração dos discípulos de Jesus que diz que Jesus ressuscitou.
6.      Os relatos bíblicos dos milagres são invenções piedosas do povo judeu e dos primeiros cristãos, mitos e lendas oriundos de uma época pré-científica, quando ainda não havia explicação racional e lógica para o sobrenatural.
7.      A Escritura contém erros e contradições, lado a lado com aquelas palavras que provêm de Deus. Nossa tarefa é tentar separar as duas coisas.
8.      Interpretar a Bíblia historicamente significa reconhecer que ela contém contradições. Qualquer abordagem hermenêutica deixa de ser histórica se não aceitar essas contradições.
9.      A Igreja Cristã se perdeu na interpretação da Bíblia através dos séculos e somente com o advento do Iluminismo, do racionalismo e das filosofias resultantes é que se começou a analisar criticamente a Bíblia e a teologia cristã, expurgando-as dos alegados mitos, fábulas, lendas, acréscimos, como, por exemplo, os mitos da criação e do dilúvio e de personagens inventados como Adão e Moisés, etc.
10.  O sentimento religioso é algo universal, isto é, cada ser humano é capaz de experimentá-lo. É esse sentimento que dá validade às experiências religiosas e que torna o ecumenismo possível

Como lutar contra ela?
Como se pode perceber, a indiferença para com o liberalismo teológico pode ser perigosa e já estamos vendo resultados pelo mundo a fora. Muitas denominações históricas já entraram no processo de aceitar a união de pessoas do mesmo sexo, além de estarem ordenando homossexuais e transexuais para o ministério. O ideário da teologia liberal afeta diretamente o futuro de nossas igrejas. Sendo assim, como podemos lutar contra ela?
1) Preterindo, evitando e se possível não aderindo a escolas que professem ou sejam indiferentes com a propagação da teologia liberal: Infelizmente, a maioria dos cursos de graduação em teologia reconhecidos pelo MEC são ministrados com conteúdos e alguns professores liberais. Temo que nas próximas décadas, o Brasil seja invadido por conceitos heterodoxos do liberalismo como numa avalanche. A razão para esse temor é a extinção das integralizações de crédito. Isso forçará os estudantes de teologia que desejam ter o reconhecimento do curso pelo Ministério da Educação a ingressarem nessas instituições que apóiam de modo direto ou indireto o liberalismo.
Tenho certeza de que você, amigo leitor, jamais iria querer almoçar num restaurante em que soubesse que a comida ali é preparada com alimentos estragados. Tal comida, além de ter um gosto horrível, certamente não faria bem para seu estômago e, por conseguinte, à sua saúde. Lembro-me de uma moça que congregava comigo em certa comunidade e que foi trabalhar como cozinheira numa lanchonete. Ele contou que quando os clientes deixavam algum bolinho ou porção sobrando na mesa, os garçons eram orientados a recolher a sobra e guardar no forno. Quando um novo cliente fizesse o mesmo pedido, então eles deveriam requentar aquelas porções e enviar para os clientes. Bem, nunca tive coragem de ir comer naquele lugar depois que ela me contou aquilo.
2) Preparando-se de forma notória para com o conhecimento correto das doutrinas centrais da fé cristã e resgatando o fundamentalismo teológico: heterodoxia não se mistura com ortodoxia. São como água e óleo. Por isso, aquele que visa conhecer as doutrinas centrais da fé cristã de forma bíblica, preocupado com a sanidade doutrinária e em consonância com a ortodoxia, estará bem equipado com o Evangelho puro e simples. A maioria das heresias são facilmente derrubadas pelo correto entendimento da teologia sistemática.
A expressão “fundamentalismo,” na atualidade, ganhou uma conotação um tanto quanto pejorativa, vindo a significar algo como uma fidelidade absoluta à interpretação literalista da Bíblia e/ou uma atitude de rigidez e intransigência sobre princípios e regras. Na visão popular é como se fosse alguém “fechado” e que não dialoga com outras ideias, mas que só pensa de forma unívoca. Pode significar, ainda, qualquer tipo de conservadorismo. Nesse sentido, alguém que é contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, pode ser taxado de fundamentalista.
Dreher até comenta que há um conceito realmente inflacionado.[7] Mas, apesar da conotação moderna de “fundamentalismo”, seu surgimento original não tem a ver com isso e sim com uma reação ocorrida no início do século passado para com os conceitos abertos e heterodoxos da teologia liberal. Por isso, se alguém taxar você de “fundamentalista” não se chateie, pois como Dreher colocou: “sempre os outros que são fundamentalistas” e o que esses grupos esquecem é que eles também adotam um certo “fundamentalismo”, quando pensam que os “fechados” deveriam ser “abertos” como eles.
Entretanto, o fundamentalismo que defendemos ser resgatado, não é o que ganhou conceito contemporâneo, de pessoas que parecem colocar uma “viseira” de cavalo e não enxergam mais nada na sua frente. O fundamentalismo ao qual nos referimos é aquele teológico, que procura manter os rudimentos da ortodoxia cristã. Aquele que nasceu do “movimento apologético de defesa da fé, porque entendia que a tarefa da Igreja cristã era defender a fé que uma vez por todas foi entregue aos santos.” Nicodemus explica que, “Nesse aspecto, é positiva a disposição de se lutar em favor da fé bíblica, identificando inimigos potenciais do cristianismo, como o liberalismo teológico, o humanismo, o evolucionismo e o “evangelicalismo”, que tem, gradualmente, abandonado a doutrina da infalibilidade da Escritura e adotado o ecumenismo e o evolucionismo teísta.”[8] E assim partimos para a terceira atitude de como lidar com o liberalismo:
3) Batalhando pela fé que foi dada aos santos: defender a fé cristã, isto é, fazer apologia à sã doutrina, é uma ordenança bíblica (Jd 3). Contudo, é preciso que antes de alguém se aventurar a fazer tal defesa, esteja preparado para tal. Ademais, tal defesa deve ser feita com amor e nuca com soberba (1 Pe 3.15).
Como exemplo de alguém que batalhou por essa fé, podemos nos reportar à biografia do famoso teólogo reformado, John Gresham Machen. Ele foi estudar na Alemanha no início do século XX, passando um semestre pela Universidade de Marburg e mais outro na Universidade de Göttingen, ficando completamente exposto ao liberalismo. Tal encontro deixou Machen bastante confuso, pois se deparou com ensinos bastante controversos.
Seus professores propagavam que a essência da religião está no íntimo de cada pessoa. Diziam que a Bíblia podia ser refutada pela história, que não servia de alicerce para a fé cristã e que é completamente ineficaz para transformar o homem. Tais pontos vão de encontro com verdades essenciais do cristianismo. De que adianta a exposição das Escrituras, se não há fé para pregá-la?
A experiência na Alemanha levou Machen a questionar sua vida de piedade e devoção a Cristo e levou-o também a um desafio intelectual. Ele passou uma crise intensa no tocante à sua identidade cristã e só oito anos depois de regressar da Alemanha é que ele recobrou sua fé.[9]
Depois de sua recuperação, Machen mostrava sua preocupação. De acordo com ele, o liberalismo não é um assunto exclusivamente acadêmico, “Pelo contrário”, asseverava, “seu ataque aos fundamentos da fé cristã está sendo conduzido vigorosamente através de ‘lições’ de Escola Dominical, do púlpito e da imprensa religiosa.”[10]
Machen posicionou-se contundentemente contra a teologia liberal e sofreu várias perseguições por conta de seu posicionamento. Como atitude remonstrante, ele se ajuntou a outros professores e participou da fundação do Seminário Teológico de Westminster, além da coparticipação na criação da Igreja Presbiteriana Ortodoxa.[11]

Considerações finais
A teologia liberal por certo não está morta e não deve ser encarada de forma ufanista como se fosse um cachorro morto. Ela tem produzido muitos estragos, embora não todos quantos ainda possa produzir. Ela entrou em declínio desde a década de 20 do século passado, arrefecendo-se, mas não estando morta por completa. Vemos seus resquícios nas teologias sociais, que empunham a espada do Marxismo e através de conceitos neo-ortodoxos.[12]
A teologia sadia não teme a ciência (ou as ciências) e tampouco a filosofia. A missão precípua das três manifestações racionais é a busca pela verdade. Entretanto, a verdade para a legítima teologia não está nos sistemas teológicos, mas, na própria pessoa de Cristo (Jo 14.6) e em Sua Palavra (Jo 17.17), fundamentos negados pela teologia liberal. Sendo assim, devemos encará-la como um leão adormecido e trabalhar para que fique enjaulado, limitado e sem poder de machucar ninguém.


Notas



[1] CHAMPLIN, Noman; BENTES, João. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. São Paulo: Candeia, 1991, p. 802.
[2] NICODEMUS, Augustus. O Liberalismo Teológico Morreu? Disponível em: tempora-mores.blogspot.com.br/2011/09/o-liberalismo-teologico-morreu.html
[3] HORTON, Stanley (Org.). Teologia Sistemática: uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p. 109.
[4] Em breve estarei postando um artigo sobre o método histórico-gramatical, com a finalidade de mostrar seus benefícios para uma interpretação ortodoxa.
[5] CONSTANZA, José Roberto da Silva. As Raízes Históricas do Liberalismo Teológico. Fides Reformata X, n° 1, 2005, p. 80.
[6] NICODEMUS, Op. Cit.
[7] DREHER, Martim. Fundamentalismo. São Leopoldo: Sinodal, 2006, p. 82.
[8] Entrevista do Dr. Augustus Nicodemus à Revista Defesa da Fé. Disponível em: http://www.icp.com.br/86entrevista.asp.
[9] SANTOS, Valdeci da Silva. John Gresham Machen contra o liberalismo: em defesa da fé cristã. Fides Reformata IX, n° 1, 2004, p. 149.
[10] MACHEN, John. Cristianismo e Liberalismo. Os Puritanos, 2001, p. 27.
[11] Para maiores informações sobre a biografia de Machen, ler o artigo de Valdeci da Silva Santos supracitado na nota 2.
[12] Na visão deste autor, a neo-ortodoxia deveria ser chamada de neo-liberalismo, pois é uma tentativa de ficar no meio da ortodoxia e do liberalismo, entretanto, com uma maior simpatia por esta. 

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